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Um Starman nunca morre
Paulino Coelho, locutor da Renascença, escreve sobre David Bowie: 'Transformava-se naquilo que queria, quando queria'
CULTZONE 2016-01-13

Comecei a interessar-me por David Bowie na década de 80 quando editou “Let’s Dance”.

Foi nessa altura que percebi que Bowie era muito mais que aquele punhado de boas canções pop incluídas no álbum.

Fui descobrir um dos mais notáveis discos que tinha ouvido até então: “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars”.

Como adolescente, não me apercebi logo na altura que uma obra daquelas só podia ter saído da cabeça de um génio.

“Ziggy Stardust” parecia um filme, e não é que foi mesmo?

Em Setembro de 1990 actuou no Estádio de Alvalade perante uma plateia de mais de 40 mil pessoas, foi lá que tirei as poucas dúvidas que me restavam: David Bowie era diferente de tudo aquilo a que estava habituado.

Não era à toa que tinha o epíteto de Camaleão, transformava-se naquilo que queria, quando queria.

Até na hora de partir foi irreverente, não partilhando a sua doença e lançando um disco no dia do seu aniversário.

“Lazarus”, o nome de um amigo de Jesus Cristo Ressuscitado, foi a sua última dádiva em forma de canção. Não terá sido por acaso…


sapo.pt




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