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Quadrinhos entraram na guerra contra o crime
Incursões na periferia é o grande mote das histórias
Redação 2017-01-12
O Brasil é um país muito grande, muito diverso e multicultural. É importante, na democracia,
a liberdade de expressão e as diversas formas de arte.

A utilização dos quadrinhos como veículo cultural é largamente empregada pela indústria de massa americana para formar novos cidadãos conscientes de seus deveres e da pátria.  É de interesse da segurança nacional.

Então, eis que no Brasil nós temos agora a genuína obra homônima do personagem de alta patente tupiniquim. A revista segue uma linha editorial realista com traços fortes e cores vivas, ficando bem longe de outros personagens do gênero como 007 e Recruta 0, que partem para a fantasia e comédia respectivamente.

O exercício da arte em forma de comunicação pelos quadrinhos é uma ótima forma de mostrar as ações que ocorrem fora dos quartéis e o ponto de vista dos policiais, que geralmente são linchados pela mídia quando ocorre uma falha operacional.

A revista tem tido alta penetração no meio militar e grande respaldo dos respectivos órgãos, transformando-se num novo herói nacional, quando o crime impera na vida real. É o Batman do Tobias de Aguiar. O Bope paulistano acertou no alvo esta.

A edição é anual. 




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